Os pensamentos transcendem as palavras
e a turbilhão é tanta
que tropeçam uns nos outros,
umas nas outras,
não se conseguindo exprimir
nem definir...
Quero dizer o que sinto
mas, claramente não sinto
aquilo que digo...
Não existem as palavras!
A minha alma está ferida,
lacerada, remendada
jamais sendo curada...
A ferida é profunda,
brota angústia.
Com perseverança avanço,
sei que cicatrizará
é mais uma guerra que é minha
e sei que será
mais uma batalha a vencer.
"Amanhã" o Sol redecorará
a minha alma
com mensagens de Luz Branca
Brilhante, Quente
Plena de Esperança.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Sem ti!
Tenho perante mim
uma página em branco
uma dor insuportável
uma amálgama de sentimentos
o silêncio que procuro...
Tenho perante mim a Paz
que não procurei...
O vazio que me assusta
a gloriosa tristeza da sentida solidão.
Procuro respostas no silêncio da noite
conseguindo sorrir quando o sol brilha!
Procuro todos os dias aceitar...
Aceitar o facto de Deus te ter tirado de mim.
Quero acreditar que Ele sabe o que faz
Quero vencer a batalha da revolta
mas a dor inunda o meu ser
as lágrimas brotam gratuitas e fáceis.
Tenho perante mim
A tarefa de viver um dia de cada vez
Mas, tenho perante mim
Desta vez, de o fazer sem ti.
uma página em branco
uma dor insuportável
uma amálgama de sentimentos
o silêncio que procuro...
Tenho perante mim a Paz
que não procurei...
O vazio que me assusta
a gloriosa tristeza da sentida solidão.
Procuro respostas no silêncio da noite
conseguindo sorrir quando o sol brilha!
Procuro todos os dias aceitar...
Aceitar o facto de Deus te ter tirado de mim.
Quero acreditar que Ele sabe o que faz
Quero vencer a batalha da revolta
mas a dor inunda o meu ser
as lágrimas brotam gratuitas e fáceis.
Tenho perante mim
A tarefa de viver um dia de cada vez
Mas, tenho perante mim
Desta vez, de o fazer sem ti.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Esperando!
Passei toda a minha vida há espera
há espera de um momento meu,
desesperando pela falta tempo,
pelo tempo que não chegava
para pensar em mim...
Esse tempo chegou,
vejo agora, demasiado depressa,
recheado de um vazio
que me deixa entorpecida
fazendo-me pensar em como fui egoísta.
Quero rejeitar este tempo livre
que agora me enche a alma
não quero ter estas longas horas,
Inúmeras horas de solidão e dor...
Não está a ser fácil
As saudades são demasiadas
e a dor que se instala é insuportável
Amo-te e ainda não aprendi a viver sem ti!
há espera de um momento meu,
desesperando pela falta tempo,
pelo tempo que não chegava
para pensar em mim...
Esse tempo chegou,
vejo agora, demasiado depressa,
recheado de um vazio
que me deixa entorpecida
fazendo-me pensar em como fui egoísta.
Quero rejeitar este tempo livre
que agora me enche a alma
não quero ter estas longas horas,
Inúmeras horas de solidão e dor...
Não está a ser fácil
As saudades são demasiadas
e a dor que se instala é insuportável
Amo-te e ainda não aprendi a viver sem ti!
domingo, 30 de janeiro de 2011
Agora que Tu já não...
Agora que Tu já não...
Eu terei que viver
e saber que estarás
do outro lado...
Esperando por mim!
Sei que um sinal me darás
no silêncio da noite,
ou num belo dia de sol.
Falar-me-ás sem voz,
ver-te-ei sem olhar,
ouvir-te-ei sem escutar.
Sei que estarás
do lado de lá
Daquela ponte
que todos atravessaremos
como quem passa
para a outra margem do rio.
Nessa margem onde habitam os anjos
Anjos que voam ao de leve
qual brisa fresca
Onde tudo é "Ser Luz"
Luz brilhante
mas não ofuscante
Somente Branco-Luz.
Eu terei que viver
e saber que estarás
do outro lado...
Esperando por mim!
Sei que um sinal me darás
no silêncio da noite,
ou num belo dia de sol.
Falar-me-ás sem voz,
ver-te-ei sem olhar,
ouvir-te-ei sem escutar.
Sei que estarás
do lado de lá
Daquela ponte
que todos atravessaremos
como quem passa
para a outra margem do rio.
Nessa margem onde habitam os anjos
Anjos que voam ao de leve
qual brisa fresca
Onde tudo é "Ser Luz"
Luz brilhante
mas não ofuscante
Somente Branco-Luz.
domingo, 9 de janeiro de 2011
A grande procura
Olhos grandes
abertos, muito curiosos,
porém,
tristes também.
Anseiam um olhar igual,
Curioso mas inocente
no meio de tanta gente.
A procura é longa
exaustiva e ineficaz
Não, não são capazes,
nesta multidão
não há perdão.
Rosto sérios
e insensatos
correrias... sacos diversos
passos apressados
dureza na voz
olhares vitrificados
e tão sós...
Stress!
Olham o pulso
Horas apressadas
correrias longas
caminhos incertos
ou destinos concretos.
Vidas loucas!
Crianças que choram
que fazem birras
juventude desenfreada
com cabelos espetados
e t'shirt's garridas.
Os olhos tristes
e curiosos procuram
procuram,
sem nada encontrar!
Não desistem, continuam
para todo o sempre
continuam tristemente a olhar.
abertos, muito curiosos,
porém,
tristes também.
Anseiam um olhar igual,
Curioso mas inocente
no meio de tanta gente.
A procura é longa
exaustiva e ineficaz
Não, não são capazes,
nesta multidão
não há perdão.
Rosto sérios
e insensatos
correrias... sacos diversos
passos apressados
dureza na voz
olhares vitrificados
e tão sós...
Stress!
Olham o pulso
Horas apressadas
correrias longas
caminhos incertos
ou destinos concretos.
Vidas loucas!
Crianças que choram
que fazem birras
juventude desenfreada
com cabelos espetados
e t'shirt's garridas.
Os olhos tristes
e curiosos procuram
procuram,
sem nada encontrar!
Não desistem, continuam
para todo o sempre
continuam tristemente a olhar.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Longo Caminhar
Caminho ausente, neste presente
que não tem rumo
Caminho depressa
e sem vontade de chegar!
Sinto-me empurrada pelo vento
até ao clímax do meu destino.
Resta-me aceitar.
Caminho porque preciso de me cansar.
Caminho, caminho para esquecer
olho e vejo rostos desconhecidos,
oiço vozes, risos, gargalhadas...
doí-me a alma
e sinto as minhas lágrimas a queimar.
Apresso o passo, olho em frente
Algo me está a impulsionar
Sinto-me quase a chegar...
Não posso! Quero voltar!...
Olho para trás e é tão belo
Quero-me virar e regressar
Não posso!
Tenho que percorrer o Caminho
Sabendo que não posso vacilar
Caminho, caminho, caminho!
que não tem rumo
Caminho depressa
e sem vontade de chegar!
Sinto-me empurrada pelo vento
até ao clímax do meu destino.
Resta-me aceitar.
Caminho porque preciso de me cansar.
Caminho, caminho para esquecer
olho e vejo rostos desconhecidos,
oiço vozes, risos, gargalhadas...
doí-me a alma
e sinto as minhas lágrimas a queimar.
Apresso o passo, olho em frente
Algo me está a impulsionar
Sinto-me quase a chegar...
Não posso! Quero voltar!...
Olho para trás e é tão belo
Quero-me virar e regressar
Não posso!
Tenho que percorrer o Caminho
Sabendo que não posso vacilar
Caminho, caminho, caminho!
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
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